Brígida Campbell



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Brígida Campbell é artista e professora do curso de graduação em Artes Visuais da Escola de Belas Artes da UFMG. Doutora em Artes Visuais pela ECA-USP e mestre pela EBA-UFMG.


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︎ brigidacampbell@yahoo.com.br

Exercício para a Liberdade







Resultado do trabalho “Exercício para a Liberdade” criado em colaboração alviti, ana paula garcia, ananda martins, bernardo rb, binho barreto, bruno vilela, cafira zoé, carolina esselin, henrique marques, larissa alberti, luiza alcântara, matheus ferreira, nancy mora castro, nila nonato neves, randolpho lamonier, victor galvão e zi reis.





Consistiu na formação de um pequeno coletivo para discutir o significado de “Liberdade” a partir das seguintes bandeiras: “Contra a privatização da vida”, “Contra a colonização do pensamento” e o “poder da multidão”. O trabalho é uma ocupação em uma galeria na cidade de Belo Horizonte (Minas Gerais, Brasil), e se deu em 3 encontros, nos quais a parte da manhã consistia em uma aula aberta sobre os temas acima e a parte da tarde um atelier de produção coletiva. No decorrer da exposição as paredes (que estavam vazias) foram sendo cobertas pelas imagens, textos, e outros objetos produzidos durante os encontros. Ao final criamos uma publicação coletiva que trouxe um pouco das ideias compartilhadas pelo grupo nos encontros. O trabalho foi realizado no Centro Cultural Vale, mantido por uma empresa de mineração acusada de diversos crimes ambientais e que se utiliza o espaço da arte e da cultura para criar espaços de difusão e legitimação de suas ações, no sentido de neutralizar sua responsabilidade no campo socioambiental. A intenção da obra foi trazer para dentro do espaço cultural, uma discussão dissensual sobre o próprio espaço e sobre como a arte também pode ser uma ferramenta de controle, manipulação política e privatização. O trabalho foi realizado no contexto de diversos manifestações no Brasil, contra a Copa do Mundo e contra diversos processos de privatização que assistimos durante esse processo, portanto, o clima político conduziu as atividades durante o processo.



It was the formation of a small collective to discuss the meaning of “Freedom” from the following flags: “Against the privatization of life”, “Against the colonization of thought” and the “Power of the crowds.” The work takes over a gallery in the city of Belo Horizonte (Minas Gerais, Brazil), and took place in 3 gatherings in which the morning consisted of an open class on the topics above and the afternoon was a workshop for collective production. During the exhibition, the walls (which were empty) were being covered by the images, texts and other objects produced during the encounters. At the end we created a news publication that brought some of the ideas shared by the group in the meetings. The work was carried out in Centro Cultural Vale, maintained by a mining company accused of several environmental crimes and which uses the space of art and culture to create spaces to disseminate and legitimate their actions, in order to neutralize their responsibility in the environmental field. The intention in this project was to bring a dissensual discussion on the space itself into the cultural space and about how art can be a tool for control, political manipulation and privatization. The work was executed in the context of several protests in Brazil, against the World Cup and against various privatization processes experienced during the games, therefore the political situation led the activities during the process.