Brígida Campbell



WORKS

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| About




Brígida Campbell é artista e professora do curso de graduação em Artes Visuais da Escola de Belas Artes da UFMG. Doutora em Artes Visuais pela ECA-USP e mestre pela EBA-UFMG.


 ︎  ︎ 


︎ brigidacampbell@yahoo.com.br

︎PINTURAS | PAINTINGS









An animal that invents itself Acrylic, spray and oil stick on canvas. 140x160 cm


A body that eats, that heats Acrylic and spray on canvas. 120x140 cm


The thought is a jungle Acrylic and spray on canvas. 120x140 cm


Put me in the box of inexplicable things and you will know who I am Acrylic, spray and oil stick on canvas. 120x140 cm


Strange Beauty Acrylic and spray on canvas. 120x140 cm


At night the skin sprouts
Acrylic, spray and oil stick on canvas. 120x140 cm


Geodesic Acrylic on canvas. 80x60 cm



What you need to remember, what you need to forget Acrylic, spray and oil stick on canvas. 80x120 cm


No title Acrylic, spray and oil stick on canvas. 120x140 cm





︎DESENHOS | DRAWINGS




Série de desenhos




︎︎︎Pensamentos Temporariamente Perdidos


︎︎︎Temporarily lost thoughts









De repente não nos lembramos do que íamos dizer. O pensamento estava totalmente claro alguns segundos atrás. Às vezes vamos apresentar uma pessoa e o seu nome nos escapa na hora de pronunciá-lo ou você cruza a casa para pegar um objeto e de repente esquece o que era. Você tateia o espaço tentando lembrar, refaz o caminho, mas o pensamento parece desaparecer. Diremos que não conseguimos lembrar, mas na realidade o pensamento se tornou inconsciente, ou separado do consciente momentaneamente (invisível). A coisa não deixou de existir, apenas não a visualizamos mais.

O pensamento é rápido e lento. Funciona por imagens e também por palavras e sensações. Ele se associa à memórias, lembranças, também as cria, entende coisas tempos depois, faz confusão, vive e se ramifica por associação, como um rizoma. Está ligado às sensações, ao corpo, às imagens, fotografias, objetos, paisagens e arquiteturas. Quando o pensamento está muito enrolado, como um novelo de linhas, a mente fica confusa, gera nervosismo, stress, burnout. Podemos trabalhar os pensamentos enrolados através da meditação e controle da respiração. Barrando e jogando para o lado os pensamentos que vem, energizando esse ir e vir. Colorindo com a mente blocos de pensamentos, energias. O objetivo da meditação é transformar a mente em um espaço branco totalmente vazio, iluminado, de maneira que cada pensamento que chegue ali tenha uma luz focada sobre ele. Podemos assim separar o que é importante do que não é. Entender as coisas com mais clareza, desatar alguns nós.

Estamos passando hoje por uma crise sem precedentes na história da humanidade. O corpo humano não consegue acompanhar as mudanças tecnológicas, ele adoece. A economia da atenção, monetiza nosso olhar, fisga o desejo, nossa experiência no mundo e brinca com os nossos sentimentos. O lucro de poucos está sempre acima de tudo. O mundo de hoje é um mundo no qual uma árvore cortada vale mais do que uma árvore viva.

Todo esse contexto nos deixa desesperados. Por isso, é necessário parar um pouco, respirar para continuar. Tentar organizar a mente e entender. Assim, a arte é mais importante do que nunca, pois é uma ferramenta de compreensão do mundo muito potente e pode abrir espaços de respiro diante de toda essa confusão.

Neste sentido o desenho tem sido uma maneira de criar momentos de criação livres pra mim. O desenho é uma maneira de aprender a ver e pensar. Nas aulas de desenho de observação na faculdade, passamos muitas horas observando e desenhando uma cena, que pode ser apenas uma xícara, um bule, algumas frutas. O mais importante ali não é saber representar o objeto como se fosse uma fotografia, o mais importante é o processo (algo subjugado em uma sociedade baseada em resultado). Algo mágico acontece ao observar uma coisa por um longo período e tentar traduzir através do traço aquela relação, entre sua mente, seu olhar e seu corpo. Com isso muitas vezes não se percebe, mas há o desenvolvimento interno de uma experiência sensível muito particular, que nos ajuda a ver o mundo, perceber e se conectar com o nosso interior. Esse exercício nos ajuda a criar forças organizar o pensamento e conectar corpo e mente.

Nesta exposição virtual criada a convite do 52º Festival de Inverno da UFMG, fiz uma seleção de desenhos que venho desenvolvendo ao longo da quarentena, que tem sido para mim pessoalmente um momento de recolhimento, recomeço e reavaliação. Os desenhos trazem paisagens internas e externas, representam os pensamentos confusos, a dor no peito, a falta de ar e outros sentimentos ainda em processamento. Apresenta também caminhos criativos, engraçados, beleza e simplicidade. Elementos necessários para a criação de práticas libertárias que criem pontes no lugar de muros, respeite nosso corpo e nosso espírito. Assim poderemos mais tarde reencontrar aqueles pensamentos temporariamente perdidos que organizados podem dar um novo rumo às coisas.



︎︎︎Espaço em branco entre as coisas


︎︎︎  The white space between things






Grafite e papel sobre caixa de luz. 60x60 cm, cada.
Conjunto de desenhos apresentados na exposição "Além do Traço" no Mama/Cadela, 2020.

Graphite on tracing paper and light box. 60x60 cm each, 2020




︎︎︎Urgência do novo


︎︎︎Urgency of the new






Esta série de desenhos, feitas a partir de imagens dos grids dos principais jornais brasileiros e imagens que circulam nas redes sociais, busca retratar diversas imagens de conflitos com a polícia que estão cruzando, rompendo o grid fixo dos veículos de comunicação. 2018

This series of drawings, made from images of the grids of the main Brazilian newspapers and images circulating on social networks, seeks to portray several images of conflicts with the police that are crossing, breaking the fixed grid of the media. 2018




︎︎︎After Love






Série de cartazes, 2015

Posters, 2015






︎INSTALAÇÕES | INSTALLATIONS






Exercício para a Liberdade







Resultado do trabalho “Exercício para a Liberdade” criado em colaboração alviti, ana paula garcia, ananda martins, bernardo rb, binho barreto, bruno vilela, cafira zoé, carolina esselin, henrique marques, larissa alberti, luiza alcântara, matheus ferreira, nancy mora castro, nila nonato neves, randolpho lamonier, victor galvão e zi reis.





Consistiu na formação de um pequeno coletivo para discutir o significado de “Liberdade” a partir das seguintes bandeiras: “Contra a privatização da vida”, “Contra a colonização do pensamento” e o “poder da multidão”. O trabalho é uma ocupação em uma galeria na cidade de Belo Horizonte (Minas Gerais, Brasil), e se deu em 3 encontros, nos quais a parte da manhã consistia em uma aula aberta sobre os temas acima e a parte da tarde um atelier de produção coletiva. No decorrer da exposição as paredes (que estavam vazias) foram sendo cobertas pelas imagens, textos, e outros objetos produzidos durante os encontros. Ao final criamos uma publicação coletiva que trouxe um pouco das ideias compartilhadas pelo grupo nos encontros. O trabalho foi realizado no Centro Cultural Vale, mantido por uma empresa de mineração acusada de diversos crimes ambientais e que se utiliza o espaço da arte e da cultura para criar espaços de difusão e legitimação de suas ações, no sentido de neutralizar sua responsabilidade no campo socioambiental. A intenção da obra foi trazer para dentro do espaço cultural, uma discussão dissensual sobre o próprio espaço e sobre como a arte também pode ser uma ferramenta de controle, manipulação política e privatização. O trabalho foi realizado no contexto de diversos manifestações no Brasil, contra a Copa do Mundo e contra diversos processos de privatização que assistimos durante esse processo, portanto, o clima político conduziu as atividades durante o processo.



It was the formation of a small collective to discuss the meaning of “Freedom” from the following flags: “Against the privatization of life”, “Against the colonization of thought” and the “Power of the crowds.” The work takes over a gallery in the city of Belo Horizonte (Minas Gerais, Brazil), and took place in 3 gatherings in which the morning consisted of an open class on the topics above and the afternoon was a workshop for collective production. During the exhibition, the walls (which were empty) were being covered by the images, texts and other objects produced during the encounters. At the end we created a news publication that brought some of the ideas shared by the group in the meetings. The work was carried out in Centro Cultural Vale, maintained by a mining company accused of several environmental crimes and which uses the space of art and culture to create spaces to disseminate and legitimate their actions, in order to neutralize their responsibility in the environmental field. The intention in this project was to bring a dissensual discussion on the space itself into the cultural space and about how art can be a tool for control, political manipulation and privatization. The work was executed in the context of several protests in Brazil, against the World Cup and against various privatization processes experienced during the games, therefore the political situation led the activities during the process.



︎︎︎The Alive Playground







“The Alive Playground” foi uma intervenção sonora instalada em um playground abandonado em Pendleton, Salford, Inglaterra. Uma área que nos últimos anos que tem passado por diversas transformações urbanas, demolições, gentrificação e portanto possui uma grande quantidade de áreas residuais e abandonadas.
O trabalho “The Alive Playground” consiste em um auto-falante que reproduz o som de crianças brincando (gravado na escola infantil do bairro), em alto volume, em um playground abandonado e cercado no bairro. A ideia do trabalho é ocupar o espaço vazio com a presença do som das crianças, criando estranhamento e chamando à atenção dos passantes para um vazio que existe naquele espaço e ao mesmo tempo para a sua potência como espaço de interação.

Criado com a colaboração do IUD - Institute of Urban Dreaming e crianças da escola do bairro.


......

The Alive Playground was a sound installation in an abandoned playground in Pendleton, Salford, England. An area that in recent years has undergone various urban transformations, demolitions, gentrification and therefore has a lot of abandoned areas.

The work “The Alive Playground” consists of a speaker that reproduces the sound of children playing (recorded at neighborhood children’s school) in high volume on an abandoned playground. The idea of the work is to occupy the empty space with the presence of the children’s sound, creating strangeness and drawing the attention of passers-by to the void that exists in that space and at the same time to its power of the space as space for interaction.



︎︎︎Salford Rubber Stamps Set








Trabalho desenvolvido durante a residência do Instituto of Urban Dreaming em Salford, Inglaterra e consiste em um set de carimbos que contém ilustrações de casas, muros e grades de Salford, uma área que tem passado por diversas transformações urbanas. Este set é uma resposta à visualidade urbana do bairro, com suas demolições, áreas abandonadas e o aumento da violência e por consequência o aumento também os aparatos de segurança. 


Work developed during the residence of the Institute of Urban Dreaming in Salford, England. Consists of a set of rubber stamps that contains illustrations of houses, walls and railings of Salford, an area that has undergone several urban transformations. This set is a response to the urban visuality of the neighborhood, with its demolitions, abandoned areas and the increase of violence and consequently the increase of the security sistems. 


︎︎︎Imaginary Kid_Napping






 

Covering an area of about 60 m, Imaginary Kid_Napping, is a work that consists of simulating children’s revolving lamps on one of the playgrounds of the Municipal Park in the city of Belo Horizonte, Minas Gerais.

Occupying the attractions in the park with a simple mechanism created with tracing paper, lights, low speed engines, colored and transparent adhesive vinyl, it creates a dreamlike atmosphere in an environment where many images circulate. The images of the installation relate to children’s illustrations such as animals, plants, cars and dolls, and also bring images of violence and fear, such as guns and tanks. The work intends to speak critically about the changes in the universe of children’s dreams, and in replacing ordinary common images in the universe of children; the work alludes to a “childhood dream” which is increasingly permeated by consumer desires and fear.

A second assembly was held in the State Public Library, at the invitation of the Eletronika Festival, covering a large glass corridor between two buildings at dawn, on one of the main squares of the city.

Festival Eletronika - 2015














︎︎︎Natureza Flutuante











Intervenção realizada durante a abertura do evento Verão Arte Contemporânea, em janeiro de 2016, no Parque Municipal de Belo Horizonte.

A performance consistia em vários barcos desfilando no lago.

Fotos: Carolina Merlo


ART FOR A SENSITIVE CITY
ARTE PARA UMA CIDADE SENSÍVEL




For read, download and sharing
Para ler, baixar e compartilhar



As cidades são, por natureza, lugares que estão em constante movimento. No Brasil temos acompanhado, especialmente nos últimos anos, transformações de várias ordens: gentrificação, especulação imobiliária, grandes investimentos, falta respeito ao patrimônio histórico e simbólico. Ações que muitas vezes distorcem o caráter público do espaço urbano, transformando-o em mero local de exploração financeira e impedindo a construção de locais de encontro, convivência coletiva e pública. Paralelo a isso, podemos perceber também, uma retomada dos espaços públicos como lugar de convívio, de política, de realização pública e coletiva de projetos. Essa retomada em grande medida é também uma resposta aos processos políticos envolvendo a esfera pública no Brasil e no mundo.

Neste contexto, uma série de projetos artísticos vem sendo realizados no espaço público/urbano, sob os mais diversos nomes, como intervenção urbana, arte participativa, colaborativa, relacional, contextual, etc. Estes trabalhos existem dentro de uma perspectiva que envolve um ideal de dissolução da arte nas esferas públicas e o redesenho político das práticas artísticas. Fazem a arte circular por outras espaços, senão os espaços institucionais tradicionalmente dedicados a ela, criando assim o surgimento de uma prática cultural, onde os processos de trabalho são visivelmente contaminados por outros campos do conhecimento – tais como a antropologia, sociologia, história, arquitetura e o urbanismo.

São obras que ativam o potencial transformador da arte, na medida em que estas práticas e estratégias buscam explorar a cidade como campo de atuação em contato direto com contextos específicos. Sugerem, assim, através de um processo de ressignificação dos espaços, a presença de outros fluxos contidos no interior do ambiente urbano. São ações que procuram atuar em uma linha limite entre o estar e o não estar na condição de arte; e são realizadas sem que as pessoas saibam que o que ali se apresenta deriva de uma prática artística. 

O objetivo deste livro é refletir sobre como estes trabalhos se relacionam com as cidades e seus imaginários urbanos para pensar os desdobramentos destas obras no campo simbólico, nos quais eles estão inseridos. A pesquisa busca, colocar em contato, percepções a cerca do espaço urbano vindas de diversas áreas do conhecimento; da geografia, da história, da comunicação etc, para alimentar de referências o processo da pesquisa e ampliar a compreensão do papel da arte no imaginário da cidade e na formação da sensibilidade urbana.

O livro faz parte da pesquisa de Doutorado em andamendo, que a autora está cursando na Escola de Comunicações e Artes da USP e teve o patrocínio da Funarte – Ministério da Cultura, através do prêmio “Bolsa de Produção em Artes Visuais – categoria produção crítica – 2014” e traz trabalhos de diversos artistas que desenvolvem seus trabalhos nos espaços públicos brasileiros.

320 páginas bilingue (inglês e português) editado pela Invisíveis Produções de São Paulo.




Cities are, by nature, areas of continuous motion. We are able to notice in Brazil, particularly over recent years, the ongoing transformations of many different orders: gentrification, real estate speculation, large-scale investments, and a lack of respect towards historical and symbolic heritage. These actions frequently distort the public character of urban space, turning it into a mere area of financial exploitation and hindering the creation of meeting places, which allow for collective and public coexistence. Parallel to this, around the world, we may also notice a renewal of public spaces as areas of convivial and political nature, as well as of public and collective accomplishment of projects. This renewal, in great part, is also a reaction towards the political processes involving the Brazilian public sphere and the world.
Under this context, a series of artistic projects are in ongoing activity in the public/urban space, being known as works of urban intervention, participatory art, collaborative art, relational art, contextual art, etc. These works exist within a perspective which involves an idealistic scenario of artistic dissolution in public spheres and the political redesign of artistic practices. They allow art itself to circulate through different spaces, other than the institutional spaces traditionally dedicated to it. This leads to the emergence of a cultural practice where work processes are visibly influenced by other fields of knowledge – such as anthropology, sociology, history, architecture and urbanism.
This book has the goal: to amplify the comprehension of the role art has in the urban imaginary and the establishing of urban sensibility, tightening the political and artistic dimension of works acting within social contexts.


MORE ABOUT THE BOOK: MAIS SOBRE O LIVRO:
https://arteparaumacidadesensivel.wordpress.com








Pequeno Guia Afetivo da Comida de Rua de Salvador



A comida de rua em Salvador está nas esquinas, calçadas, praças e largos. Povoa a memória, estabelece encontros, resiste aos esforços de ordem, controle e padronização que se apresentam sobre a cidade. Ela está nos carrinhos, tabuleiros, bicicletas, bancas e cestos. Em pontos fixos dos bairros onde pode ser encontrada cotidianamente, ou com vendedores ambulantes que tangenciam o caminho dos passantes. Tem comida de rua pra qualquer hora do dia. Seja para um café da manhã reforçado, para merenda (lanches ao longo do dia), para almoço ou para matar a fome no meio da madrugada. A diversidade é enorme. As delícias são muitas. Um universo inteiro a ser experimentado.


 

O “Pequeno Guia Afetivo da Comida de Rua de Salvador” foi concebido e publicado pelo Poro. Para baixar a publicação gratuitamente: http://poro.redezero.org/publicacoes/comida-de-rua/








Livro com o conjunto da produção artística, intervenções urbanas e proposições realizados pelo Poro entre 2002 e 2010. O Poro é uma dupla de artistas composta por Brígida Campbell e Marcelo Terça-Nada! que desenvolve intervenções urbanas e ações efêmeras no Brasil e exterior. Opera nos sistemas de comunicação, circulação e trocas simbólicas realizados nas cidades. Atuando tanto no espaço institucional quanto no espaço não institucional, reconhece o espaço público como lugar de convívio e campo ampliado para a articulação de proposições artísticas.
O livro relaciona a produção do Poro a uma discussão sobre ações artísticas que promovem a percepção sobre o espaço público, cidade, patrimônio, memória, trabalho colaborativo, inserções artísticas e relações entre arte e política. O livro traz textos de autores de diferentes áreas como arquitetura, urbanismo, poesia, comunicação, história social, ativismo, artes visuais. Os textos do livro foram escritos por: Poro, Daniela Labra, André Mesquita, Newton Goto, André Brasil, Wellington Cançado & Renata Marquez, Anderson Almeida, Luiz Carlos Garrocho & Daniel Toledo, Ricardo Aleixo.

Para baixar:
http://issuu.com/brigidacampbell/docs/ebook_poro





Brasil, 1981

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Brígida Campbell é artista e professora do curso de graduação em Artes Visuais da Escola de Belas Artes da UFMG. Doutora em Artes Visuais pela ECA-USP e mestre pela EBA-UFMG. Colaboradora do EXA - Espaço Experimental de Arte, em Belo Horizonte [www.exa.art.br]. Fez parte do Poro [www.poro.redezero.org], dupla com qual realizou trabalhos coletivos entre 2002-2016. Como artista já participou de diversas exposições no Brasil e no exterior. Foi curadora dos projeto "Muros - Territórios Compartilhados", Organizadora da SEMANÁRIA - Semana de Arte Gráficas - evento anual da EBA_UFMG. Pesquisadora das relações entre Arte e Cidade. Em 2015 publicou o livro “Arte para uma cidade sensível”, resultado da “Bolsa de Estímulo a Produção em Artes Visuais da Funarte” [http://www.arteparaumacidadesensivel.wordpress.com], e “Exercício para a Liberdade”. Em 2010 publicou o Livro “Intervalo Respiro Pequenos Deslocamentos - ações poética do Poro” - premiado no Prêmio Publicações de Arte Contemporânea em em Língua Estrangeira” – da Fundação Bienal de São Paulo e Ministério da Cultura. É editora das revistas “NUVEM” e “Refil”.


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Brígida Campbell is professor of Visual Arts course at the School of Fine Arts of UFMG (Escola de Belas Artes). She is a Visual Arts Doctorate Candidate at the School of Communications and Arts of the University of São Paulo (USP). She is founding partner of the EXA – Experimental Space of Art in Belo Horizonte [www.exa.art.br]. She is member of the art collective Poro [www.poro.redezero.org]. As artist has participated in exhibitions in Brazil and abroad. She is one of the organizers of SEMANÁRIA – Week of Graphic Arts – Graphic Arts annual event of the EBA_UFMG (School of Fine Arts), and has coordinated the editing of several experimental publications such as the “Revista Nuvem (Cloud Magazine)”, “Revista Refil (Refill Magazine)” and “Exercício para Liberdade (Exercise for Freedom)”.

She received the FUNARTE – National Arts Foundation Prize for Visual Arts Production in 2014 on the critical production category. She is the author of the book “Arte para uma cidade sensível (Art for a sensitive city)”. In 2010 she published the book “Interval, Breathing and Small Displacements – Poro’s poetic actions” – awarded the Contemporary Art Publications in Foreign Language Prize by the São Paulo Biennial Foundation and the Ministry of Culture.